sexta-feira, 16 de março de 2012

Acho engraçado, como podemos ir de um pólo ao outro, e continuarmos a sermos nós mesmos. Desde criança sempre fui encantado com o Elvis, achava o máximo as suas extravagâncias, desde aquela época via todo aquele teatro como fuga. Acho que me identificava com ele.

Quis até montar um fã-clube (imaginem vcs!!!) no auge dos meus 10 anos, mas fui advertido que isso era coisa  de gay... Fiquei tão frustrado que acabei por esquecer o Rei do Rock. Lembrei dele hoje...