domingo, 7 de fevereiro de 2010

Fernando Pessoa / Clarice



Fernando Pessoa me decifra. Incrível que quando leio o que ele escreve, parece que aquelas palavras sairam de mim mesmo. O mesmo acontece com Clarice Lispector, imagino que se tivesse que traduzir a minha alma, metade seria Fernando e a outra Clarice. E é exatamente isso que acontece comigo, dentro da imensa dualidade que vivo, o meu masculino e feminino se equilibram, dentro do imenso desequilibrio que é a intensidade desses dois seres.

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